O festival sete sóis sete luas volta na fábrica da pólvora de barcarena

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Com o apoio do Município de Oeiras, o Festival Sete Sóis Sete Luas volta na Fábrica da Pólvora de Barcarena com uma rica programação dedicada às músicas do mundo lusófono e do Mediterrâneo.

A 9 de julho atuam os músicos da Arab Jewish 7Luas Ensamble, que propõem temas da tradição vocal e instrumental do mundo árabe, judeu e do Mediterrâneo e cujo repertório inclui peças instrumentais de gêneros folclóricos, populares e clássicos da Armênia, de Itália, de Portugal e da Tunísia.
Esta produção realiza-se com o apoio da DG ARTES.

A seguir, a 16 de julho, é a vez da Orkestra Popular Sete Sóis da Ilha de Fogo, acompanhada pela famosa cantora cabo-verdiana Ceuzany. A artista começou a cantar aos 12 anos, fez parte do grupo Cordas do Sol e em 2017 venceu o prémio de Melhor Intérprete Feminina e Melhor Música Tradicional nos Cabo Verde Music Awards. Com a Orkestra Popular Sete Sóis do Fogo apresenta um repertório de temas originais e tradicionais, inspirados nos ritmos da ilha do Fogo.

Mais tarde, a 23 de julho, a Fábrica da Pólvora de Barcarena irá acolher o histórico e conceituado grupo musical galego Luar na Lubre. Ligado culturalmente e musicalmente à sua terra natal, o seu repertório é centrado essencialmente na música galega de raiz tradicional, com arranjos musicais contemporâneos.

Em seguida, a 30 de julho, irá atuar a banda Zagala, que surgiu em Madrid em 2015 e gravou o seu primeiro álbum em 2018. A música do grupo é fruto de uma pesquisa das tradições e dos ritmos de dança da Península Ibérica e é caracterizada pela sua energia e pela fusão de diferentes instrumentos tradicionais de várias regiões da Espanha, que produzem um som totalmente original.

No dia 6 de agosto tocará a 7Luas Med Orkestra, criação artística original do Sete Sóis Sete Luas, com direção musical do conceituado guitarrista português Custódio Castelo. O ensemble nasce do trabalho conjunto de seis músicos conceituados provenientes das diferentes margens do Mare Nostrum, do mundo lusófono e creolófono. Partilham tradições culturais e criam temas musicais inéditos que testemunham a possibilidade de compreensão e de diálogo.

Edu Miranda, nome incontornável da música brasileira, chega na Fábrica da Pólvora de Barcarena a 20 de agosto. O trabalho musical dele sempre foi valorizado por grandes artistas, com os quais colaborou ao longo da sua carreira, tal como Gilberto Gil, Mário Laginha, Martinho da Vila, Rui Veloso….

Por fim, a 27 de agosto, o Festival conclui-se com a atuação do coletivo musical Parafoné, que desde a região da Calabria, no sul da Itália, atua desde 2005 e representa uma das bandas mais inovadoras do sul da Itália no panorama world music. A recuperação e o renascimento da música tradicional da Calábria projetam o grupo para a redescoberta de “irmandades de som”, para além das fronteiras territoriais, remontando aos laços históricos de uma região onde abundam as contaminações e influências multiculturais.

Todos os eventos começam às 21h30 na Fábrica da Pólvora de Barcarena, em Oeiras.

Entrada livre. Reserva obrigatória dos bilhetes.

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